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No nosso caso, ter um blog não é só postar uma matéria qualquer. Nós da equipe Prosystem postamos matérias realmente relevantes
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Hoje em dia é extremamente importante conhecer, estudar e monitorar com frequência o comportamento do consumidor, pois assim os profissionais de marketing e gestores empresariais conseguem detectar de maneira eficaz todas as oportunidades e ameaças aos seus negócios, tendo em mãos o nível de satisfação do cliente.
Podemos dizer que o comportamento do consumidor é o estudo de como as pessoas tomam decisões sobre os produtos ou serviços que adquirem, o que querem, o que necessitam e também como elas agem em torno de determinada marca ou empresa.
3 principais mudanças no comportamento do consumidor
Como as empresas estão lidando como esse novo comportamento
Atrair e encantar um novo cliente é, sem dúvidas, uma das principais metas de qualquer empresa. Dessa maneira, identificar os novos hábitos e o novo comportamento do consumidor moderno pode ser o fator determinante para a empresa estar presente no momento da tomada de decisão de compra do consumidor, que está cada vez mais imerso no universo digital.
Essas mudanças no comportamento do consumidor são inevitáveis e, daqui para a frente, as expectativas somente irão aumentar, já que as pessoas desejam cada vez mais informações, experiência personalizada e soluções imediatas, forçando as empresas a adaptar suas ofertas de produtos, comunicação e canais de venda.
Omnichannel é uma tendência do varejo que se baseia na convergência de todos os canais utilizados por uma empresa. Trata-se da possibilidade de fazer com que o consumidor não veja diferença entre o mundo online e o offline.
O omnichannel integra lojas físicas, virtuais e compradores. Dessa maneira, pode explorar todas as possibilidades de interação.
Essa tendência é uma evolução do conceito de multicanal, pois é completamente focada na experiência do consumidor nos canais existentes de uma determinada marca.
Como exemplo, há os aplicativos móveis, que combinam o layout do site com a temática interna das lojas físicas. De forma prática, isso propicia ao consumidor utilizar todos os canais disponibilizados pela organização e a quebra das barreiras entre o mundo físico e o digital.
Por meio da integração de canais, o consumidor satisfaz suas necessidades onde e quando desejar, no momento mais confortável para ele, não havendo restrições de local, horário ou meio.
O omnichannel coloca o consumidor como o “centro do universo”, criando uma percepção positiva de sua experiência com a empresa, principalmente pela facilidade de acesso proporcionada tanto pela presença digital da marca (redes sociais, mobile etc.) quanto por suas instalações físicas (lojas, estandes, quiosques etc.).
O omnichannel ainda permite à empresa conhecer o comportamento e as preferências dos clientes.
Um exemplo: se alguém quiser comprar um relógio, pode pesquisar na internet as melhores ofertas e pedir dicas aos amigos nas redes sociais. Em vez de ir diretamente a uma loja física, o cliente avalia as possibilidades de compra no ambiente digital e pode fazer a aquisição por meio de uma loja virtual, com a vantagem de receber o produto em casa. Caso não goste do relógio, ele pode ir até a loja, experimentar outros modelos e trocar o produto.
Isso pode ser aplicado ao seu negócio por meio do relacionamento com seus clientes em múltiplos canais, permitindo que você possa atendê-los com eficiência em todo o ciclo de venda e pós-venda.
Para isso, a loja deve estruturar uma interação direta e padronizada, independentemente do meio de contato que o consumidor utilizar – pode ser uma loja online, uma loja física ou uma central telefônica de vendas. A ideia é que o atendente reconheça o cliente e realize todo o processo de venda por meio de informações já coletadas na primeira interação.
Para se alinhar com essa visão, é preciso consolidar os sistemas tecnológicos em um plataforma unificada que seja capaz de gerenciar todos os canais de venda. Essa convergência, por um lado, proporcionará ao cliente uma experiência de compra assistida e, por outro, permitirá ao empreendimento oferecer sugestões de compra mais persuasivas e personalizadas.
Além disso, é possível aplicar um dos pilares do omnichannel, que é tratar o cliente da mesma forma em todos os pontos de contato. Com isso, amplia-se seu engajamento com a marca: o cliente deixa de ser cliente para ser fã da empresa.
Omnichannel é a verdadeira convergência da experiência do consumidor. Ela se estende para todo o universo da marca. O que importa é que o consumidor perceba que essa experiência faz parte de um todo – e isso representa uma nova forma de pensar em marketing.
Para estabelecer uma experiência contínua do cliente com a marca, é preciso fazer com que os canais da empresa “conversem”.
A loja virtual deve saber qual foi a experiência do cliente na página da loja no Facebook; a central telefônica de vendas precisa saber quais foram as últimas compras realizadas por meio do app no smartphone; o e-mail marketing deve identificar quais produtos despertaram o interesse do cliente na loja física; e todos os canais precisam saber o nome e o histórico do cliente. Ele é único.
Mas o desafio não é novo. Afinal, adaptar-se ao que os clientes querem é algo que as empresas que buscam fidelizá-los e engajá-los fazem sempre. O importante é entender como fazer isso.
A dica é ficar atento aos dispositivos pessoais usados pelos clientes. É por meio deles que as marcas poderão acompanhar, conhecer e realizar os desejos contínuos dos consumidores.
Omnichannel é a realização de um negócio social. Com base nele podem ser realizadas ações personalizadas de baixo investimento e ofertados serviços e produtos que o consumidor realmente deseja, atraindo-o a todas as lojas, digitais ou físicas.
O primeiro passo para aplicar o omnichannel em uma empresa é integrar as áreas. O cliente pode, por exemplo, comprar na loja virtual e trocar em qualquer loja física. Para isso acontecer, o processo logístico deve estar integrado e os sistemas tecnológicos devem permitir que isso ocorra sem complicações.
O serviço de atendimento ao cliente deve ter condições de resolver todos os problemas dos consumidores, independentemente da origem ou da abordagem – pode ser uma dúvida, uma sugestão, uma reclamação ou até mesmo um elogio.
O marketing deve ser orgânico e propor estratégias alinhadas para todos os canais, sempre permitindo que o cliente transite livremente entre as lojas, virtuais ou físicas. O sistema de gestão deve ser único e permitir que as lojas garantam a sinergia das informações. Isso inclui preços, estoque, contabilidade e tudo mais.
A área administrativa e financeira deve estar preparada para atuar em todas as movimentações entre as lojas. O núcleo de suprimentos deve ser muito ágil, possibilitando o fornecimento de produtos adequadamente para toda a cadeia de lojas, sejam elas físicas ou online.
Fonte: SEBRAE
Cliente deve ser a prioridade
Esse discurso ganha mais força a cada ano que passa. As grandes companhias de todo o mundo conseguem destaque ao centralizar o cliente, desenvolvendo todo um ecossistema ao seu redor de forma que ele se sinta parte da empresa. Para 2018, as tendências mostram que esse ainda é o caminho e que a tecnologia deve ser aliada nesse processo.
Omnichannel
O termo foi amplamente divulgado em 2017 e se mostrou como um dos principais assuntos para diversos setores. No e-commerce, em 2018, ser omnichannel passará a ser o básico.
Seu grande diferencial, entretanto, é que todos os produtos possuem códigos QR, estimulando os consumidores a obterem informações, recomendações e itens relacionados ao efetuar a leitura do código por meio de um smartphone.
Aproveitando o alto uso de smartphones, a empresa também possui um aplicativo que permite compras remotas, no qual a rede recebe o pedido e efetua a entrega dos produtos em até 30 minutos.
Assim, a rede incentiva o uso de tecnologias móveis, motiva os consumidores, oferece benefícios e facilidades e aumenta cada vez mais os seus números.
Segundo a empresa, seus consumidores compram on-line uma média de 4,5 vezes mensais, conseguindo a marca incrível de conversão de 35%, métricas muito superiores às de varejistas web.
Logística
Diversas startups de logística surgem e se destacam no mercado ao oferecer alternativas viáveis às companhias e atraentes aos usuários. Por meio da economia colaborativa, essas empresas atuam, em geral, com aplicativos que permitem a solicitação de um motorista que transportará uma ou mais cargas para determinado local e será remunerado por entrega.
Ou seja, por um custo menor do que os oferecidos pelas transportadoras tradicionais, essas startups prometem maior eficiência e abrangência, gerando um grande valor para o lojista, que poderá criar novas dinâmicas de negócio, como a entrega expressa, que pode ser efetuada no mesmo dia, atendendo uma demanda dos consumidores, que estão mais exigentes em relação ao prazo de suas encomendas.
Pagamentos
Tecnologias de reconhecimento biométrico e facial já não são novidades. Porém, associar esse tipo de tecnologia com ferramentas de pagamento on-line é visto como tendência no mundo do varejo eletrônico.
Pioneira nessa aplicação específica da tecnologia, a Dafiti, em parceria com o Santander Brasil, permite o pagamento pelo reconhecimento facial ou biométrico por meio de dispositivos mobile com o aplicativo da empresa. Apesar da solução ainda estar em fase de testes, a expectativa é alta e as possíveis aplicações, também.
A Receita Federal disponibilizou videoaula abordando as Noções Básicas sobre o Simples Nacional e as alterações trazidas pela Lei Complementar nº 155/2016, como os novos limites de faturamento, a instituição da tributação progressiva, o fator “r” para as empresas prestadoras de serviços e a entrada no Simples Nacional. A videoaula está dividida em sete partes, que podem ser acessadas nos link abaixo, basta copiar e colar no navegador:
http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/Noticias/NoticiaCompleta.aspx?id=e3376b9e-11b1-4f1c-8df2-c8a6666ed25b
Não manter a comunicação com o setor comercial e de compras
Sempre tem casos de empresas em que os departamentos atuam por conta própria, com objetivos distintos e sem nem levar em consideração a estratégia da empresa como um todo. No caso do gerenciamento de estoque, é fundamental manter a comunicação com o setor comercial e de compras e criar uma sintonia maior entre esses departamentos.
Isso porque para que a gestão do estoque seja mais assertiva, é preciso compreender as demandas de vendas, o fluxo do produto dentro do estoque e transmitir essas informações ao setor de compras. Só assim é possível compreender a real demanda, fazer as compras adequadamente e programar o estoque para o recebimento das mercadorias.
Comprar mais itens do que o necessário
Para que isso não aconteça, é necessário estar com o estoque em dia e atento à sazonalidade — se você não sabe sobre o que eu estou falando, explico: itens sazonais são aqueles que possuem épocas de baixa e alta nas vendas, como por exemplo artigos natalinos. Fazer a compra de itens em excesso pode causar perdas, obsolescência, abarrotar o estoque comprometendo mais espaço do que o necessário e ainda por cima comprometer o capital disponível que a empresa possui!
Mais um motivo pelo qual a comunicação com vendas e compras deve ser constante, certo?
Não realizar inventários periódicos
Se preocupar com um inventário geral é essencial para colocar o estoque em dia e alinhar as informações com o controle — seja via sistema, seja via planilhas. Contudo, o meu conselho é: realize inventários periódicos! Eles ajudam a identificar prováveis falhas mais rapidamente e a conseguir criar ações para diminuir os impactos dos problemas, caso venham a ocorrer.
A periodicidade — semanal, quinzenal ou mensal — deve ser definida pelo gestor, de acordo com a necessidade do estoque.
Não atualizar as informações instantaneamente
Independentemente de ser entrada ou saída de materiais, qualquer atualização deve ser realizada imediatamente. Já vi muitos casos em que as pessoas recebem alguns produtos e falam “depois eu atualizo”. Esse é um dos maiores erros do gerenciamento de estoque!
Adiar essa tarefa pode fazer com que o gestor — ou o profissional da área — acabe se esquecendo de transmitir a informação, o que pode causar furos no estoque posteriormente — ou até mesmo prejuízos com a falta de contabilização.
Aumentar a recorrência de clientes é um objetivo da sua padaria? Se a resposta é sim, você deve considerar estar em um aplicativo de delivery.
Essa é uma das estratégias mais populares do momento. Com o crescimento da internet, todos precisam manter uma presença digital.
Além disso, não podemos deixar de pensar nas demandas e atuais necessidades dos clientes: eles preferem pedir comida do conforto de suas casas. E você deve dar a eles essa incrível oportunidade para não ser atropelado pela concorrência.
Se você ainda está com dúvidas, nos acompanhe a seguir. Aqui, te mostraremos como um aplicativo de delivery pode aumentar a recorrência de clientes na sua padaria. Fique de olho!
Comodidade aos clientes
O principal, e simples motivo pelo qual um aplicativo de delivery aumenta a recorrência é esse: ele fornece comodidade ao cliente. Quanto mais comodidade e facilidade na hora de fazer o pedido, mais interessado nos retornos o seu consumidor ficará. Afinal, tudo se baseia no conforto nos dias de hoje.
O processo de pedido e entrega dos pratos fica muito mais cômodo. O consumidor não precisará aguardar a chegada do garçom para pedir ou esperar em longas filas para efetuar o pagamento.
Com um aplicativo de delivery, você pede comida em qualquer lugar e a qualquer momento. Não precisa nem sair do sofá para receber sua comida quentinha e feita na hora. Bem mais fácil, né?
Serviços mais rápidos
Os serviços se tornam mais rápidos e o seu cliente pode fazer uma refeição em pouco tempo com um aplicativo de delivery. Você não precisará se deslocar a padaria para começar e não precisará fazer esforços ao pedir o prato.
Pense em quantos segundos demoramos para abrir um aplicativo e encontrar o que desejamos. Em menos de um minuto, já fizemos todo o percurso. É assim que um bom aplicativo de delivery pode economizar tempo.
Fidelização à distância
Programas de fidelidade, cupons de desconto e outros brindes: tudo isso pode ser concedido digitalmente. Você não precisa gastar com impressões e com a divulgação física para investir nessas estratégias.
O seu cliente não precisa se deslocar até o estabelecimento para conhecer mais sobre as opções de desconto. Tudo se torna mais fácil quando usamos um aplicativo de delivery de qualidade.
Você só deve tomar cuidado para escolher a melhor estratégia de divulgação. Saiba o que o seu cliente espera de um programa de descontos e como você pode estruturar um modelo de programa de fidelidade. Assim, você evita cometer erros na hora de fazer contato com o consumidor.
Divulgação em massa
Você não precisa mais investir em divulgações individuais para atingir cada segmento de consumidores. Ao criar uma estratégia de divulgação em massa, um aplicativo de delivery aumenta a recorrência dos clientes com facilidade.
E é difícil fazer isso? Divulgar pelo meio digital é a coisa mais fácil do mundo! Afinal, a grande maioria dos seus consumidores está na internet e tem acesso à plataforma.
Para fazer a divulgação, você precisará que o seu cliente tenha um e-mail, uma conta no Facebook, um smartphone, entre outros. A grande vantagem de fazer uma divulgação pelo aplicativo para delivery é essa: seu cliente não precisa ter nada de especial.
Basta ter um bom acesso ao mundo digital e sua estratégia de divulgação já será um sucesso. Viu como tudo se torna mais simples com o uso de um aplicativo de delivery? Você não deve deixar de tentar!
Fonte: PadariaOnline